Comprei uma sandália na Arezzo por 240 reais. Duas na verdade. Uma era mais barata. Eu costumo comprar sapatos na Arezzo, mas - 240 pra mim é muito caro. Tive que comprar porque não achei uma sandália que fosse linda e ainda ficasse confortável (MEDO de ficar com os pés doendo). Só achei modelos bizarros e que calçavam (vestiam?) péssimamente.
Lá vou eu sair com minha sandália de 240 reais. E eu compreendi o poder de uma sandália de 240 reais.
Digamos que ela se pagou e ainda me deixou no lucro.
sábado, 19 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Priorizando...
Eu tenho que terminar um relatório, atualizar aulas, marcar médico, mandar fazer meus remédios dermatológicos, digitar umas provas, terminar uma aula, fazer umas peças e mais algumas coisinhas bastante importantes.
Eu acabei de passar umas duas horas no Facebook. E tenho adorado o face. Porque o Facebook é muito mais legal e você interage muito mais com seus amigos, ou seja, com quem realmente importa. Tambem passei um tempo lendo blogs, e rindo muito sobre as notícias do carnaval.
Porque vocês sabem, perfil do Facebook que só seus amigos - que já te conhecem bem - acessam, é muito, muito importante. É uma grande prioridade. Ler blogs também.
Prioridades? Alguém falou em proscrastinar?
Eu acabei de passar umas duas horas no Facebook. E tenho adorado o face. Porque o Facebook é muito mais legal e você interage muito mais com seus amigos, ou seja, com quem realmente importa. Tambem passei um tempo lendo blogs, e rindo muito sobre as notícias do carnaval.
Porque vocês sabem, perfil do Facebook que só seus amigos - que já te conhecem bem - acessam, é muito, muito importante. É uma grande prioridade. Ler blogs também.
Prioridades? Alguém falou em proscrastinar?
terça-feira, 1 de março de 2011
Pensamentos soltos
Daí que a Sandy é a nova garota propaganda da cerveja DEVASSA. A DEVASSA gente? E ela ficou loira, e bebeu cerveja, e disse que tem um lado DEVASSA. Não que eu acredite que ela era aquela pessoa intocável que todo o mundo pregava, mas daí representar a DEVASSA, não orna né?
É o que chamamos de propaganda enganosa.
**************************************************************
E dias desses eu vi que a Luana Piovani tava num restaurante. Vocês ainda lembram da medida da Luana contra Dado Dolabella, que ele tem que ficar a 250 metros de distancia dela. Não devem lembrar né? Eu tb não lembrava... Mas enfim, o Dado estava num outro restaurante, do outro lado da rua, com outros amigos. Acho até que ele nem lembrava mais quem era a Luana Piovani. E ela fez um escarcéu (escasséu???) e chamou os policiais para tirarem o dado de perto dela (oi? outro lado da rua, outro restaurante e talz..) E ele "foi aconselhado" a se retirar do local.
Olha gente, acho isso uma coisa tão babaca e idiota, não que o Dado seja uma peça boa, longe de mim querer entrar nesse mérito. Mas eles moram na mesma cidade, frequentam os mesmos locais. Me desculpem, mas acho isso uma palhaçada, pois os policiais tem mais o que fazer. Tem tantas mulheres que estão correndo risco de verdade e a Luaninha tá numa rua cheia de paparazzo e pra mim queria era "causar"
Tá meio paradinha a vida artística dela né?
Feio Luana, muito feio!!!!
****************************************************************
E o carnaval tá chegando né? E eu não tô nada animada com meu feriado. Não com o carnaval que eu amo, mas pq eu vou pra bem longe do carnaval. E eu queria estar bem perto. Mas qdo a gente casa tem que fazer concessões, e meu marido passou por uma cirurgia e não pode ficar no meio da folia esse ano. E eu prometi que estaria com ele na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, no galo ou na praia...
Vou tentar fazer meu carnaval na praia.
E sexta eh fds de carnaval!!!!
bjus!
É o que chamamos de propaganda enganosa.
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E dias desses eu vi que a Luana Piovani tava num restaurante. Vocês ainda lembram da medida da Luana contra Dado Dolabella, que ele tem que ficar a 250 metros de distancia dela. Não devem lembrar né? Eu tb não lembrava... Mas enfim, o Dado estava num outro restaurante, do outro lado da rua, com outros amigos. Acho até que ele nem lembrava mais quem era a Luana Piovani. E ela fez um escarcéu (escasséu???) e chamou os policiais para tirarem o dado de perto dela (oi? outro lado da rua, outro restaurante e talz..) E ele "foi aconselhado" a se retirar do local.
Olha gente, acho isso uma coisa tão babaca e idiota, não que o Dado seja uma peça boa, longe de mim querer entrar nesse mérito. Mas eles moram na mesma cidade, frequentam os mesmos locais. Me desculpem, mas acho isso uma palhaçada, pois os policiais tem mais o que fazer. Tem tantas mulheres que estão correndo risco de verdade e a Luaninha tá numa rua cheia de paparazzo e pra mim queria era "causar"
Tá meio paradinha a vida artística dela né?
Feio Luana, muito feio!!!!
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E o carnaval tá chegando né? E eu não tô nada animada com meu feriado. Não com o carnaval que eu amo, mas pq eu vou pra bem longe do carnaval. E eu queria estar bem perto. Mas qdo a gente casa tem que fazer concessões, e meu marido passou por uma cirurgia e não pode ficar no meio da folia esse ano. E eu prometi que estaria com ele na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, no galo ou na praia...
Vou tentar fazer meu carnaval na praia.
E sexta eh fds de carnaval!!!!
bjus!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Cabelo, cabeleira...
Adoro bater perna na rua. E adoro mais entrar em lojas de cosméticos. Aqui próximo ao meu bairro tem uma loja chamada Mundo do Cabeleleiro. Que é um mundo mesmo. Produtinhos em conta - Muito bom!!! E também tem vendedoras comissionadas que acham que sabem tudo e empurram mercadoria nos clientes - isso é péssimo!!! Eu queria comprar shampoo e um creme de hidratação. E, sem falsa modéstia, eu entendo dessas coisas. Eu sempre li a respeito, bem antes da época de blogs de beleza. Com o boom dos blogs, melhor ainda - continuei lendo e conheci mais produtos ainda. Já testei muitos e muitos shampoos e sei o que funciona no meu picumã. Não adianta vir me empurrar marca X, não vai rolar - eu sei o que eu quero. Mas, assim como em lojas de sapatos, eu posso passar horas numa perfumaria, vendo rótulos, cheirando produtos... Isso dá às vendedoras a impressão de que não sei o que quero. Pois bem. Ontem vendedora metida a sabe tudo vem me atender:
- Oi, posso te ajudar?
Nããããããããããão. Era isso que queria responder. Mas respondi isso: "Não, obrigada, já sei o que vou levar".
- Mas você conhece os produtos da marca X?
Cara, conheço. Usei e deixou minha juba um horror. Conheço meninas que usam e gostam - eu não gosto. Assim como conheço meninas cujos cabelos ficam lindos com Seda - os meus não ficam. Meus cabelos gostam de Lóreal, Bio extratus e Kerastase (picumã metido o meu).
Respondi que sim, conheço a marca. E não, não gosto. Deixou meus cabelos feios.
A vendedora não gostou. Se sentiu ofendida. Como se eu tivesse falado da filha dela ou coisa assim. E solta a frase:
- Ah, mas se seus cabelos não ficaram bons, é porque você não sabe lavar direito. Você não usou o produto direito, porque a marca X é maravilhosa.
AMIGAAAA, eu sei lavar os cabelos, sempre soube. Meus cabelos nunca estiveram tão ótimos - graças à lavagem e o tipo certo de shampoo.
Olho bem pros cabelos destratados da vendedora. Gatam, não vem me falar de produto maravilhoso se seu cabelo tá uó do borogodó. Respondo, tranquilamente:
- Sim, mas alguns produtos são bons pra algumas pessoas e ruins pra outras. Pra mim, não funcionou, que bom que funcionou pra você, seu cabelo tá lindo! #NOT
Peguei meu shampoo Bio extratus e rumei ao caixa.
Foi aí que a vendedora VIROU A CARA PRA MIM. E as outras vendedoras apoiaram.
Véia vira a cara pra cliente, vendedoras apóiam.
Aí está um ótimo exemplo de funcionário bem treinado e pronto pra atender diretamente o cliente.
- Oi, posso te ajudar?
Nããããããããããão. Era isso que queria responder. Mas respondi isso: "Não, obrigada, já sei o que vou levar".
- Mas você conhece os produtos da marca X?
Cara, conheço. Usei e deixou minha juba um horror. Conheço meninas que usam e gostam - eu não gosto. Assim como conheço meninas cujos cabelos ficam lindos com Seda - os meus não ficam. Meus cabelos gostam de Lóreal, Bio extratus e Kerastase (picumã metido o meu).
Respondi que sim, conheço a marca. E não, não gosto. Deixou meus cabelos feios.
A vendedora não gostou. Se sentiu ofendida. Como se eu tivesse falado da filha dela ou coisa assim. E solta a frase:
- Ah, mas se seus cabelos não ficaram bons, é porque você não sabe lavar direito. Você não usou o produto direito, porque a marca X é maravilhosa.
AMIGAAAA, eu sei lavar os cabelos, sempre soube. Meus cabelos nunca estiveram tão ótimos - graças à lavagem e o tipo certo de shampoo.
Olho bem pros cabelos destratados da vendedora. Gatam, não vem me falar de produto maravilhoso se seu cabelo tá uó do borogodó. Respondo, tranquilamente:
- Sim, mas alguns produtos são bons pra algumas pessoas e ruins pra outras. Pra mim, não funcionou, que bom que funcionou pra você, seu cabelo tá lindo! #NOT
Peguei meu shampoo Bio extratus e rumei ao caixa.
Foi aí que a vendedora VIROU A CARA PRA MIM. E as outras vendedoras apoiaram.
Véia vira a cara pra cliente, vendedoras apóiam.
Aí está um ótimo exemplo de funcionário bem treinado e pronto pra atender diretamente o cliente.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Sobre o desprendimento
Chico Buarque fala na música "pedaço de mim", que a saudade é arrumar o quarto do filho que já se foi. Sempre achei isso a representação daquela saudade que faz doer, aquela saudade que não é nada saudável e que é a certeza de que você não é mais inteira. Imagine o que é perder alguém muito amado e tentar manter essa pessoa viva mantendo o quarto como santuário, referência, símbolo do apego e da falta de forças de seguir em frente.
É triste. Dói.
Muitas vezes é isso que fazemos com algumas situações em nossas vidas. A gente se apega àquilo. E não deixa ir embora. Os motivos para isso podem ser vários e nem é minha intenção falar sobre eles. Muito menos julgar se esse apego é bom ou ruim. Eu acho que é natural, por um tempo. Mas só por um tempo. Depois você tem que tirar tudo do quarto, arejar, pintar, transformar aquele espaço em algo novo. Porque depois de um tempo, esse apego a algo que já acabou se torna um empecilho. Você segue na vida mas não completamente. Porque o quarto está lá, arrumadinho. Vai que um dia você chega em casa e UPA! surpresa, a pessoa voltou do mundo dos mortos. É tão difícil enxergar com todo o seu coração e a sua mente que isso é impossível...
Dói.
Triste aceitar isso, mas é a realidade. Mas ele vai. E não é por causa dessa constatação fria que a gente deixa de viver e querer. Não é porque eles se vão que a gente deixa de pensar. Diferente, talvez. Mas aí entra, mais uma vez, a história do quarto lá, arrumadinho. Não há quem chegue se você ainda se mantém com um olho no futuro e um pé no passado. Mesmo que esse pé no passado esteja bem escondidinho e amuquiado embaixo da mesa, pra ninguém ver.
Sim, é preciso enterrar.
E há que se seguir em frente. Sem quartos.
É triste. Dói.
Muitas vezes é isso que fazemos com algumas situações em nossas vidas. A gente se apega àquilo. E não deixa ir embora. Os motivos para isso podem ser vários e nem é minha intenção falar sobre eles. Muito menos julgar se esse apego é bom ou ruim. Eu acho que é natural, por um tempo. Mas só por um tempo. Depois você tem que tirar tudo do quarto, arejar, pintar, transformar aquele espaço em algo novo. Porque depois de um tempo, esse apego a algo que já acabou se torna um empecilho. Você segue na vida mas não completamente. Porque o quarto está lá, arrumadinho. Vai que um dia você chega em casa e UPA! surpresa, a pessoa voltou do mundo dos mortos. É tão difícil enxergar com todo o seu coração e a sua mente que isso é impossível...
Dói.
Triste aceitar isso, mas é a realidade. Mas ele vai. E não é por causa dessa constatação fria que a gente deixa de viver e querer. Não é porque eles se vão que a gente deixa de pensar. Diferente, talvez. Mas aí entra, mais uma vez, a história do quarto lá, arrumadinho. Não há quem chegue se você ainda se mantém com um olho no futuro e um pé no passado. Mesmo que esse pé no passado esteja bem escondidinho e amuquiado embaixo da mesa, pra ninguém ver.
Sim, é preciso enterrar.
E há que se seguir em frente. Sem quartos.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Tá F#@*¨Brasew
Já estamos em fevereiro e minha vida anda absurdamente descontrolada. Marido fez uma cirurgia e eu fiquei o mês literalmente de babá (na saúde e na doença). Daí as aulas começaram e começei as minhas aulas práticas de direção (uhuuu!!!)> daí que meu dia tem sido assim: acordo, café da manhã pra marido, trabalho, almoço pra mim e marido, aula de direção, supermercado (marido não tá dirigindo), planejamentos da escola, e tenho que cuidar do meu negócio, e ainda tenho que ir no médico com marido, fazer curativo... E então o dia acabou.
É difícil ser gente grande.
E depois desse longo desabafo (e outros virão, certamente, tenham paciência comigo), Vou indo prometendo voltar logo logo!!!
Bjus, não me esqueçam!!!
Ps. Leio todos os blogs amigos, mas o tempo não me deixa comentar.
É difícil ser gente grande.
E depois desse longo desabafo (e outros virão, certamente, tenham paciência comigo), Vou indo prometendo voltar logo logo!!!
Bjus, não me esqueçam!!!
Ps. Leio todos os blogs amigos, mas o tempo não me deixa comentar.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Velha ou fresca?
Eu tenho 28 anos de idade e não tenho mais a menor vontade de sair pra balada.
Não sei se isso é grave, mas já acontece faz um tempo. Eu gosto de festas fechadas, gosto de sair pra jantar, gosto de ir na casa dos meus amigos e de receber os meus amigos.
Mas balada, estilo ter que enfrentar fila, ter que entrar num ambiente lotado, ter que ficar desviando de pessoas que insistem em andar pela pista de dança, me impedindo de dançar livremente? Eu passo. Não tenho a menor noção de a quantas anda a vida noturna Recifense, não sei que lugares são legais, não sei mais de nada. Só de pensar em me arrumar, chegar num lugar cheio de gente mal educada e ainda gastar muuuuuito me dá a MAIOR preguiça.
Será que isso é velhice? Ou é frescura?
Não sei se isso é grave, mas já acontece faz um tempo. Eu gosto de festas fechadas, gosto de sair pra jantar, gosto de ir na casa dos meus amigos e de receber os meus amigos.
Mas balada, estilo ter que enfrentar fila, ter que entrar num ambiente lotado, ter que ficar desviando de pessoas que insistem em andar pela pista de dança, me impedindo de dançar livremente? Eu passo. Não tenho a menor noção de a quantas anda a vida noturna Recifense, não sei que lugares são legais, não sei mais de nada. Só de pensar em me arrumar, chegar num lugar cheio de gente mal educada e ainda gastar muuuuuito me dá a MAIOR preguiça.
Será que isso é velhice? Ou é frescura?
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